O Abutre





Drops Cinema 

Em tempos de poucos caracteres, ideia é colocar sinopse e breve impressão sobre o filme. 

Um filme policial de drama e suspense americano escrito e dirigido por Dan Gilroy de The Bourne Legacy. Estrelado por Jake Gyllenhaal, Bill Paxton, Rene Russo e Riz Ahmed. Foi produzido por Jennifer Fox, Jake Gyllenhaal, Tony Gilroy, David Lancaster, Michel Litvak e Gary Michael Walters. Gilroy teve sua estreia como diretor de cinema neste filme.

Foi exibido na seção especial do Festival Internacional de Cinema de Toronto(2014) recebeu cinco indicações ao Independent Spirit Awards, Melhor Roteiro Original no Oscar, Melhor Ator de Filme Dramático ao Globo de Ouro, quatro BAFTA, entre outros.

No filme temos Louis Bloom (Jake Gyllenhaal) um  ex-"ladrão" mequetrefe que após enfrentar  inúmeras tentativas de arrumar emprego, decide entrar para escória do jornalismo criminal independente de Los Angeles. Essa ideia de jornalismo sanguinário é muito bem interpretada por Nina(Rene Russo) - editora chefe que converte sangue e desgraça em audiência. Com essa ideia na mente, Louis e seu "funcionário", correm atrás de crimes e acidentes chocantes, registram TUDO e convertem em dinheiro.
Num primeiro momento, parece que o longa irá narrar mais um história sobre esse jornalismo sensacionalista e o quanto este quarto poder, influencia a vida das pessoas. Só que Louis vai muito além, nos entrega de bandeja uma reflexão sobre este corporativismo mundo cão(onipresente). E que para sobreviver, você precisará pelo menos em um momento, ser mais razão, adotando apatia e frieza como um modo de vida. *Em meu ponto de vista é um modo mais aprazível de ser viver, pelos menos nos dias atuais. 
O filme nos mostra que esta "grande" vitrine (smartphone/TV/Tablet), por onde enxergamos o mundo, está cada vez mais íntima, bruta e estressante. Ou seja, dedos nervosos teclam sobre tudo e ainda transformam celulares em armas "jornalisticas", resultando em donos da razão. Parece que esse "voyeurismo" de desgraças, onde compartilhar besteiras e violência é o novo/velho prazer...

Roteiro  é excelente, fotografia  e edições irretocáveis. Um filme para ver e rever!






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"O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho." (Orson Welles)

 

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