O Pequeno Príncipe




O Pequeno Príncipe é uma obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943 nos Estados Unidos. Numa primeira leitura, aparenta ser um livro para crianças, mas possui um grande teor poético e filosófico.O autor do livro foi também autor das ilustrações originais.É o livro em língua francesa que mais foi vendido no mundo, com cerca de 143 milhões de exemplares , e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 220 idiomas e dialetos.No Japão, existe até um museu dedicado ao personagem principal do livro.

 No livro história começa quando o personagem principal fala sobre um desenho que ele fez quando tinha 6 anos de idade e que tratava de uma jiboia que engoliu um elefante, mas todos os adultos acharam que o garoto havia desenhado um chapéu. O personagem principal renunciou ao 6 anos de idade a carreira de ser pintor, e se tornou piloto. E voando, teve uma pane no seu avião no "Deserto do Saara". Tentando consertar seu avião, adormece... E é acordado por um menino que o autor define que tem "cabelos de ouro" e que lhe pede para desenhar um carneiro.
Conforme a história passa o personagem descobre que o menino vive no asteroide B 612, e que só tem uma rosa que fala com ele, e que tem três vulcões (um deles está extinto), e que o principezinho assiste quarenta e três pôr do sol para se divertir ou quando está triste.

O autor conta um pouco da história dele, a história de como o principezinho havia chegado ao Deserto do Saara, fala de como são as crianças e de como são as pessoas grandes; e envolve o leitor em mais um mistério no capítulo XXVII: que fala que o carneiro que desenhou para o principezinho poderia comer a sua flor.


O autor  foi escritor, ilustrador e piloto francês. Em abril de 1921, iniciou o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.Em 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. Em 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Após quase 25 meses na América do Norte, Saint-Exupéry retornou à Europa para voar com as Forças Francesas Livres e lutar com os Aliados num esquadrão do Mediterrâneo. E com 43 anos, ele era mais velho que a maioria dos homens designados para funções, e sofria de dores, devido às suas muitas fraturas. Ele foi designado com um número de outros pilotos para pilotar aviões P-38 Lightning.A última tarefa de Saint-Exupéry foi recolher informação sobre os movimentos de tropas alemãs em torno do Vale do Ródano antes da invasão aliada do sul da França. Em 31 de julho de 1944, ele partiu de uma base aérea na Córsega e não retornou. Uma mulher relatou ter visto um acidente de avião em torno de meio-dia de 1 de agosto perto da Baía de Carqueiranne, Toulon. Um corpo não identificável ​​usando cores francesas foi encontrado vários dias depois a leste do arquipélago Frioul ao sul de Marselha e enterrado em Carqueiranne em setembro.




“Não cries qualquer tipo de vínculo afetivo que não pretendas levar adiante. Evita alimentar expectativas a que não corresponderás. Não te intrometas no caminho de quem não te dispõe a acompanhar. Na satisfação dos sentidos, não manipules sentimentos alheios. Arredar alguém de seu destino, por mero capricho pessoal, é falta das mais graves, que não ficará sem punição.” Carlos A. Baccelli
 Creio que o livro e o filme enviam a mesma mensagem sobre a  importância em se ter responsabilidade com os sentimentos dos outros. Essa famosa frase do livro: “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”, mostra que uma relação vivida a dois, desde que haja respeito, consideração e responsabilidades, se pode integrar  muitos aspectos do outro a nossa personalidade e, dessa forma,  crescer e evoluir. Esse falso modismo apregoado pela mídia, em se levar uma vida mais individualista, isenta de sentimentos altruístas pelo outro, sem relacionamentos duradouros,  poderá culminar em vida solitária e possivelmente sem evolução ou troca de sabedorias. E parece que a proposta do diretor Mark Osborne (Kung Fu Panda) foi justamente essa de refletirmos essa importância dos sentimentos.  




Tanto é que o que lemos no livro aparece apenas em um terço da duração do longa. Sendo a trama principal em torno de uma pequena garota, que leva uma vida bastante regrada devido à obsessão da mãe em controlar absolutamente tudo à sua volta. E o filme começa para valer quando essa garota e o seu vizinho, travam uma amizade, onde este senhor lhe conta história do pequeno príncipe.


Pequeno Príncipe é lúdico, repleto de criatividade e os protagonistas transitam perfeitamente entre versão computadorizada e stop motion. O filme consegue transmitir sua mensagem sobre a importância dos sentimentos, o poder da imaginação e ainda lida com fase pós inocência frente ao amadurecimento. Leia o livro, assista ao filme e cative sua pipoca,rs.




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"O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho." (Orson Welles)

 

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